Prezada Sra. Novak,
Durante oito anos, comandei equipes de hotel de até 45 pessoas: contratando, treinando, escalando e apoiando-as nas altas temporadas e nas crises pessoais. Colocado assim, o meu movimento para RH não é tanto uma mudança de carreira quanto uma mudança de cargo, e é na vaga de coordenador de RH na Beacon Health que eu quero torná-lo oficial.
Como gerente de recepção no Grandview, a gestão de pessoas era o trabalho: mais de 60 entrevistas por ano, redução do tempo de autonomia dos novos de seis para quatro semanas ao refazer a integração, e queda do turnover anual da recepção de 52% para 31%, num setor cuja média passa de 70%. Cuidei da documentação de problemas de desempenho e desligamentos junto com o nosso RH corporativo, e foi aí que descobri que gostava do lado de RH das semanas difíceis.
Reforcei a experiência com fundamentos: concluí a minha certificação SHRM-CP em março e um curso de HRIS sobre os fundamentos do Workday. O que eu trago e que os perfis de RH de carreira muitas vezes não têm: eu fui o gestor sobre quem as suas políticas recaem, então eu as escrevo e comunico do jeito que as equipes de linha de frente de fato as recebem.
Eu adoraria conversar sobre como o olhar de um gestor poderia fortalecer a equipe de pessoas da Beacon. Agradeço a sua atenção.
Atenciosamente, Carlos Mendes, SHRM-CP